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Arquiteto Carlos Alberto Müller- HÁ 7 ANOS CONSTRUINDO SONHOS

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É comum que a pessoa manifeste vocação para determinada área profissional ainda na infância. Esse é o caso do arquiteto Carlos Alberto Müller, que desde pequeno admirava construções, observava cores das casas, os diferentes estilos de construção e os jardins com seus distintos propósitos. “Tudo isso me remetia a uma admiração pela criação”, afirma o arquiteto”.
Carlos Alberto Müller é formado em Arquitetura e Urbanismo há sete anos. Desde 2007, atua no setor, auxiliando outros escritórios de arquitetura e engenharia, tanto na parte de arquitetura como paisagismo e interiores. 
Natural de Pareci Novo, na adolescência mudou-se para São Sebastião do Caí, onde formou-se técnico em Contabilidade.
Com a emancipação de Tupandi, Carlos Alberto e sua namorada, e atual esposa, Isabel Cristine Junges Müller, abriram o escritório de contabilidade que funciona até os dias atuais e é referência em toda a região
Ele, no entanto, mantinha o gosto e o desejo de colocar em prática a sua vocação para a arquitetura. 
“Gosto da contabilidade, mas através desta profissão não conseguia realizar o meu lado criativo, que era bem latente. Então, ingressei no curso de Arquitetura, que fui concluindo aos poucos “, relata. 
Carlos Alberto Müller atua em diferentes cidades do Vale do Caí, também já desenvolveu projetos no Litoral e na Serra. Segundo o arquiteto, a profissão é um constante aprendizado. “No exercício da atividade, tive grandes ensinamentos e observei que não se trata apenas de colocar no papel toda minha criatividade. É preciso ter a capacidade de entrar na imaginação do cliente e entender qual é o sonho dele, mesclando isso com a minha inspiração para mostrar que é possível realizar o que ele almeja. E, mais que isso, ver o sonho se transformar em realidade”, revela. 
“Todo projeto, no decorrer de sua criação, pode ter alterações. A adaptação dos espaços vai depender da necessidade do cliente, sempre orientando e esclarecendo o que será melhor funcionalmente e esteticamente, sem perder a essência do sonho que ele espera”, ressalta o profissional.
Mudanças são muitas e constantes
“As mudanças foram muitas, tanto culturais como estéticas. A construção tradicional ainda é muito forte em nossa região, mas o moderno e o contemporâneo estão, aos poucos, mudando essa imagem”, aponta o arquiteto.
 Observa que hoje os clientes estão mais exigentes e querem algo diferente. “Casas com telhados aparentes têm novos estilos, com ares mais modernos, telhados escondidos com platibandas, pés direito duplos, vãos mais abertos, ambientes integrados, uso de vidros, metais, madeira e material reciclado para revestimentos estão entre os que mais se destacam”, relaciona.
Outra mudança, e que traz efeitos diferenciados, é a questão de iluminação, interna e externa. “Cada ambiente tem suas necessidades quanto ao tipo de iluminação, umas com efeito estético, outras lúdicos e funcionais. A quantidade de elementos passou a ser fundamental em uma construção”, reitera. 
O paisagismo também se tornou relevante na arquitetura, criando vários estilos e acompanhando a tendência das construções e seus usos. “Hoje, um jardim pode ser realidade em poucos dias, usufruindo de plantas de pequeno e grande porte com efeitos únicos”, lembra.
Várias formas para buscar atualização
“A internet é um grande aliado para se manter informado de todas essas mudanças, além de feiras de materiais de construção, constantes visitas a lojas do ramo e troca de ideias entre colegas da área”, indica. 
O profissional não pode se acomodar. “A arquitetura está em constante evolução, assim como o paisagismo que não se reflete apenas nas casas, mas nos comércios, ruas e parques, portanto, deve ter uma maior atenção. Isso é um conjunto, arquitetura e paisagismo andam juntos”, completa.
Evolução, mas com aspectos a melhorar
o entender do profissional, o setor da construção civil evoluiu, mas ainda existe carência de mão de obra especializada em nossa região. Para ele, o ideal seria se pudessem fazer cursos para se aprimorar na aplicação dos novos materiais e recursos, que constantemente entram no mercado. 
O papel do arquiteto no estímulo das inovações é mostrar que os recursos e as tecnologias aplicadas podem facilitar e agilizar uma obra em um todo. “Muitas novidades que acontecem no mercado da construção não chegam aos construtores da obra, e é o arquiteto que tem a função de fazer essa ponte, trazer e ensinar”, reitera.
Oportunidades
Carlos Alberto Müller alerta para um fato que começa a preocupar. Trata-se da escassez de mão de obra no setor da construção civil na região, que não está acompanhando todas essas mudanças. “Vejo que existe uma grande evasão de jovens nesse segmento, pessoas que procuram outros empregos com menor carga horária e não expostos às intempéries”, alerta. 
“No meu entender, os jovens deveriam ser estimulados a se incluir nessa evolução o que traria futura valorização”, completa.

Um dos projetos que compõe o grande portfólio do arquiteto Carlos Alberto Müller

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